terça-feira, 7 de maio de 2013

Low, Stone, Girl



-I really wanna be a writer but I don't know what I'd write about.
-You can write about us.
-Call it 'The slut and the falcon' make us solve crimes

Grafite é algo mitológico. Eu prefiro o fraquinho e sutil, porque condiz com a leveza que eu não tenho, pra dar um contraste. Mas temos o forte e delineado corretamente, alá nanquim, mas com um toque mais clássico e maroto, de certa forma, justo.
Tanto faz, o grafite supera o resto, como a tinta, a pedra e o relevo pelo código incrível que se pode estabelecer nele com aquela incrível questão deve pairar:" Tinha alguma coisa escrita aqui antes?"

Mágico. Pretensioso, talvez, mas mágico. Tem mais: "O que eu escrevi aqui vai durar por quanto tempo?" e até "O que escrevi aqui vai ser rescrito com o que?" Mágico. Pretensioso, mas sempre mágico.

Assim caminha a lapiseira. E o ranger da cadeira, o balanço da menina(nem me fale disso), o barulho da geladeira. E o trabalho do garoto, o efeito da cafeína, o acesso de adrenalina. 
O buraco de bala da carabina.

Red alert. Olhos vermelhos me deixam bem angustiado. incontrolavelmente inquieto, eu diria. Podem significar tanta coisa, mas nada justifica os olhinhos vermelhos. Os de choro são com certeza os piores. É indefensável, As vezes, é fatal, aliás. O melhor remédio e não falar nada, não perguntar, não fazer cara de preocupado. O melhor remédio e um risinho tímido e acometido, seguido de um elogio sincero e pertinente, ou uma piadinha sem graça qualquer. Acredite, eu já fiz muita piadinha sem graça qualquer, e elogios sinceros... É melhor que qualquer palavra exagerada ou qualquer silêncio profundo e significante.
Certas coisas na vida, como essa, devem ser exatamente equilibradas, nem muito pra lá, nem muito pra cá.
Complicado. 
"Baby, we have to go back! And everything will be alright. just fine in the hanging sky!"



Bonus Hidden Track!



terça-feira, 30 de abril de 2013

Instituições de Direito Processual Civil

O título não tem nada a ver com o que eu vou escrever, só virei pra estante e li o nome mais longo que tivesse. Aliás, eu não faço ideia sobre o que eu vou escrever ainda. Vamos ver como eu me saio com pauta livre(como se alguma vez eu tivesse pauta).
Estamos aonde, no começo do outono? O que tem de maneiro no outono, além do Sebastian cantando na C&A ? Hum...
Ah, no outono tem as folhas caíndo, ficando amarelas e o vento gelado batendo e... Não, pera, isso é só na zona temperada...
Ah, tem o Halloween!Onde cortamos abóboras e enchemo-as de velas, distribuímos doces e... Pera, isso também não tem aqui... hum.
Em Setembro tem o começo da temporada da NFL! Ah não, nosso outono não é em setembro...
O Thanksgiving devemos ter, com churrascos e almoços fartos por todo país! Nah, também não.

Resumindo, o Outono não tem porra nenhuma. Não reclamem comigo, não fui eu que pedi pra nascer num país tropical onde faz 40°C no INVERNO! sou rabugento sim, mas pelo menos não inventei essa porra de calor nos trópicos( É tudo culpa de Deus).
Jesus, eu sou terrível sem pauta.

Ok, eu definitivamente não tenho nada pra falar. Oficialmente na verdade, definitivamente é uma palavra muito repetitiva e foneticamente complicada. Faz algum sentindo eu reclamar da fonética de uma palavra?
Cheguei ao fundo do poço. Vamos comentar das novidades! É, não tenho nenhuma novidade... Passar o feriado em casa trancado "trabalhando" e se fodendo. Same shit different day. É o que tem pra hoje, amanhã e depois e depois e depois.... Dia 12 venha logo, e me deixem jogar um jogo oficial PELO AMOR DE DEUS!

E só pra manter o costume, poste na sua rede social aí:" AIR FORCE arregou!",
                                                          bjs me encontre no café mais próximo.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Rápido, Lépido e Fagueiro.

O fundo branco me dá dor de cabeça. Pra ser mais objetivo, pouca coisa não me dá dor de cabeça atualmente. Porquê tanta enxaqueca? Não faço a mínima ideia, mas tá incomodando bastante. Não assim MEUDEUS que dor de cabeça mas, é mais um martelo mental me batendo constantemente, um mecanismo de aviso. Não sei se as zilhões de coisas que eu deveria estar fazendo mas estou parado lendo são o motivo, ou a óbvia decepção da minha vida, ou a sacolada que o Real Madrid levou hoje, ou a inflação brasileira, ou meu atraso pra me alistar que eu tenho certeza que vai me foder, ou ela nunca mais ter falado comigo, ou eu estar com a maldita tosse ainda, ou meus treinos estarem atrasados, ou eu ter ficado pra trás em algum momento(e eu só consegui perceber isso recentemente) são causadores diretos, mas, alguma coisa não está certa. menos certa do que já não estava, manja?

Não manja, ninguém manja. Não como exatamente deveria manjar. Mas tudo bem, não é o fim do mundo, só o fim do texto.

"E então, se lembra de quando quase deu certo?"
"Só me lembro de que sempre deu errado."

"O otimismo é muito fácil. O prazer de se surpreender quando as coisas dão certo é o antídoto de todo pessimista."

"Se eu tivesse uma conversa em particular com deus, eu pediria que ele criasse essa mulher."

"Tonight I'll be the super me."
"What if the super you meets the super her and the super her rejects the super you?"
"Then it's no problem."
"Uh-huh. Why?"
"Because it was never you, it was just an act. I live my life like a French movie, Steve."

"Let me tell you about love. Love disappears, baby! Every time I've been broke, the babe's been off like a prom dress."
"Maybe it's the women you choose?"
"Hey! Maybe I've been hurt! And maybe I've been dumped!"

No fim das contas, o barulho do silêncio é mais importante que qualquer quietude barulhenta.


terça-feira, 9 de abril de 2013

Segunda so funcking boring feira

7,8 minutos depois de uma estrela passar.

 Who cares? well, i do.

 O doce perfume, a hostilidade irônica que demonstra a real gentileza, e por assim dizer, a gostosura(no sentindo mais puro da palavra, se é que tem), são alguns fatores determinantes pra eu me importar. Existem pelo menos mais 3561, sem contar os dedutíveis e os que eu sou incapaz de subentender naquele ponto luminoso. Aquele ponto luminoso, as vezes listrado, colorido, as vezes passível, as vezes inquieto e revolucionário. Totalmente imprevisível, aliás. É... meteórico, escalafobético,  substantivamente, estratosfericamente, estrogonoficamente incrível, real, texturizável e todos e quaisquer adjetivos maneiros  que consigam descrever exatamente(ou nem perto disso) a magnitude dessa... COISA, que essa estrela cativa em meu interior, que me cataliza reações únicas, realiza, enfim. Brilha.
 E consequentemente eu me tornei um possível imbecil completamente tapado há 7,8 minutos. Efeitos colaterais (ir)reversíveis, um preço justo por alguns segundos de luz. Mas eu quero horas, dias, meses, anos, milênios, eras! Afinal, estrelas brilham por bilhões de anos não é? Então é possível.


quinta-feira, 4 de abril de 2013

Sempre me falta a porra do título...

Hoje aconteceu uma coisa muito incrível comigo, e, pra sorte de vocês, eu não posso contar. Mas eu posso falar de outra coisa, tipo botões de camisa. Ok, vamos falar do que aconteceu comigo.

Tive um dia meio atribulado que começou numa ressonância magnética, passou pela argentina e terminou comigo me fodendo numa prova(o de sempre). Ou seja, same shit, different day.
Mentira vai, eu adorei saporra desse dia não sei porque. Não vi minha estrela, não li nenhum livro, não ganhei um abraço de graça de um estranho( bonitinha pelo menos) nem tive nenhuma revelação que vai me deixar milionário. Entretanto, eu vi um fiapo de mudança na minha... personalidade, é a palavra correta? Não, vou usar "índole". Bonito pra caramba.
Enfim, Eu andei vendo bem e metade da minha vida eu fui maluco. Maluco de a criança descolada, maneira, ENGRAÇADA e que fala MUITO. E não sei, eu não me conheço criança. Entrei na adolescência e, com 12 anos, achei que tinha o peso do mundo nas costas. Tinha porra nenhuma, era safadeza pura, inexperiência e simples preguiça, o que me deixou pra baixo. E então virei o chato, o crítico e fui me trancando, e hoje tô aí, sou insuportável, escritor, cafajeste, mal escrito, mal escritor e bem escurecido moralmente.

Sabe qualé? Eu estou do avesso. Tenho que ser mais maluco com um pouco de chato. Eu tinha tempo pra ser maluco na infância, minha vózinha me dava o backup. Hoje em dia não tenho essa regalia.

Sabe qualé? Eu devia ser menos solitário.  A solidão, vejam bem, é só o reflexo de tudo que vocês constrói ou destrói ao longo do seu caminho. Ela pode ser mega enfatizada, durar décadas, e na real ninguém nem saber que tu é solitário. Porque as pessoas não se importam tanto assim a ponto de salvar sua vida. Não malandro, tu tem que se virar, e não há nada errado nisso. Não se isole, e já é meio caminho andado. Pois é  eu me isolei. Sabe lá como, mas merda feita não tem como desfazer, então qual é minha alternativa?

Eu acho que não tem essa de maluco, não-solitário(faltou vocabulário), e blablablá  Tem de você e não-você. Você, pode tudo, Nós, o que sobrar. Olha, vou mesmo é despirocar por aí e ver se resolve. Tomar mais coragem(e álcool). Estudar. E que se fodam vocês aí também, procurem  as suas catarses.


domingo, 31 de março de 2013

Chão de Estrelas


Quer saber porquê ela é uma estrela?




Porquê não importa o quão longe ela esteja, eu ainda posso vê-la e de alguma forma, ela é onisciente. Ainda, como uma estrela, ela continua longe, intocável. Completamente intocável, inalcançável, eterna, estática, linda. Linda, poderosa, totalmente o centro das atenções, aliás, o centro de qualquer coisa por perto.
E é claro, impossível, como qualquer estrela.






Mas sabe porquê mesmo, uma estrela? 
A história de todas estrelas começa quando caem.
 Estrelas cadentes, como chamam.
Então, por eu acreditar, que um dia ela vai cair aqui.





Pode pensar que é ruim ela cair.
Mas baby, estrelas desse tipo brilham em qualquer lugar.

sexta-feira, 29 de março de 2013

Glitches, glitches everywhere

Hey hey hey hey! tive uma nova ideia sensacional pra escrever aqui! Vamos lá, preste atenção okay?
E se eu fizesse histórias individuais de personagens de VIDEOGAMES? hein? hein?

- AAAAAAAAAAAAAAAAH qualé, até parece que alguém vai ler isso seu mané. Além do mais, você NUNCA continua escrevendo o que diz que vai escrever....

Mas o que? Quem caralhos é você?

- Sou o fantasma que lê seu blog e consegui um meio de entrar no layout, isso não é importante, agora escuta! Você tem que continuar escrevendo sobre você mesmo, sobre histórias românticas e sobre desilusões e toda essa sua baboseira!

E quem é que vai ler isso?

- Ninguém! essa é a parte boa!

Pera só um minuto.... VOCÊ NÃO É FANTASMA COISA NENHUMA!  É só um reflexo das minhas decepções acumuladas aqui que quer fazer um motim e tomar controle da história da minha vida! POIS BEM, fique sabendo que a partir de agora escreverei sobre POLÍTICA UCRANIANA! Quero ver você durar mais uma semana aqui, camarada!

- Ucrânia não, ela não, pare, por favor!!! NÃAAAAAO!!!!


"E assim, as decepções canalizadas foram banidas para sempre do reino de Lyd...HUNF, do reino de Lucânia"

Well, isso foi mais fácil do que eu imaginava.... Pera aí, que porra é essa agora?

"Olá escritor... Não tema, pois sou amigo. Eu me chamo narrador da sessão da tarde. E agora habito seus textos para  trazer a  emoção e ação que seu blog precisa!"

Ma que cacete, saia desse blog agora!

"Mas... eu pensei que a gente podia ser amigos. Eu trouxe até uns cookies de baunilha pra me enturmar..."

Ok, deixe os cookies, e caí fora!
"Mas...Mas....Tudo bem..."
Ah.... finalmente a sós com meus pensamentos.

" E então, ele finalmente se deu a sós com seus pensamentos..."

AAAAAAH  JÁ CHEGA!

terça-feira, 26 de março de 2013

Drops de Alfajor(Não, pera...)

As vezes as pessoas se inclinam muito pra esquerda. E mesmo com os dois olhos perfeitamente normais, não conseguem enxergar algumas coisas na direita. As vezes as pessoas se inclinam muito pra direita. E ai elas são chamadas de conservadoras(adoro piada ruim). Tá, falando sério nessa porra, a questão do ponto de vista, eu vejo isso de maneira um pouco turva(hahaha............). Ok, parei.

Parágrafo novo, vida nova. Ponto de vista, vamos lá... Ah, claro. Nosso ponto de vista sobre aspectos e conceitos de nossas vidas são na maioria esmagadora das vezes os mesmos. Principalmente quando se é adolescente. Por exemplo, eu sempre odiei futebol quando era criança. Porquê? Porra, é óbvio, porque eu sempre fui péssimo com a pelota nos pés. Aliás, tirando vôlei, quando era criança eu sempre fui péssimo em tudo. Enfim, o futebol. Quando fiquei um pouco mais velho, por influencia de terceiros, acabei indo em TODOS os jogos da Lusa em um determinado paulistão, que faz tanto tempo que foda-se, e assim fui forçado a assistir o futebol. Veja bem, nunca ninguém me obrigou a gostar de futebol ou não gostar... Mas por conta da necessidade de acompanhar meu quase tio, eu me inclinei um pouco mais pro outro lado. E no fim eu aprendi futebol. Não sei jogar porra nenhuma até hoje, claro, mas eu entendo bastante, me divirto e consigo assistir, torcer (e zoar a mariana quando o curintia perde)COFCOF.

Entendem o que eu quero dizer com inclinar-se mais para um lado do que para outro?(nem eu) Empatia, meus amados. Tente ver pelo outro lado, sem nenhuma conotação sexual, e você pode se surpreender com o que pensam de você, do que você gosta e não gosta, e tudo que você já julgou na sua vidinha. E depois disso, balanceie seus novos conceitos, e aí sim, você pode estar um pouquinho mais preparado pra viver. E acostume-se, tenho a impressão de que vamos ter que fazer isso MUITAS vezes ainda...

Relacionando e concluindo então, meu ódio por smartphones certo? Não odeio smartphones. Odeio só aqueles que me atrapalham a me comunicar com minha estrela, só isso. Haahahaha, estou muito engraçadinho essa semana... Falta de surra.


domingo, 24 de março de 2013

Se vira, malandro!

Será que vosmicê permite-me uma questão a ser respondida por ti, ó grande entidade? Que porra é essa de todo mundo hoje em dia ser escravinho de um aparelho eletrônico minúsculo que brilha pra cacete e envolve sociedades de uma maneira tão ininterrupta que o menor infante (in)capaz de carregar um, tem?

Eu tive uma ideia esses dias, pra deixar o blog mais movimentado. Já que eu quase nunca estou no clima pra dizer alguma coisa, ou sem paciência pra editar, revisar, encher de referências e indiretas e toda aquela pica que eu tenho que fazer com meus textos GIGANTES, eu resolvi facilitar a sua vida, fantasminha que lê essa bagaça. Vou expandir a paradinha dos Drops  Todo Drops  terá uma pergunta. No próximo, eu formulo uma resposta. E tomara que essa porra dê certo. VALENDO!

Sério, smartphones estão MATANDO qualquer roda de conversa inteligente. Até porque, rodas de conversa burras falam de... pouca coisa. E  outra, essa putaria burocrática pra se ter uma conversa hoje em dia é IRRITANTE; tirou-se o aparelhinho do bolso, essa pessoa ganhou um escudo social; botou essa porra no bolso de novo, agora ela conversa normalmente. Que porra é essa seus doentes? Já olharam uma mesa de bar  sem álcool hoje em dia? Todo mundo jogando angry birds no telefone esperando o entorpecente pra AÍ sim ter-se coragem pra se encararem! Além disso, as pessoas usam o celular para NÃO ter conversas, propositalmente. AH EU FICO DESGRAÇADO DA MINHA CABEÇA!

Enfim, qual é o grande atrativo da máquina destruidora de intelectuais?


sexta-feira, 15 de março de 2013

By Me.

Eu terei um dos maiores jogos da minha vida em pouco mais de 48 horas. no Domingo, pra ser mais exato. Até lá bastante coisa pode mudar. Mas o que definitivamente não vai é que meu motivo de jogar. Eu não jogo porque eu gosto, porque eu quero, por ser escalado, porque o esporte é o que me move e me deixa feliz. Não, nada disso. Primeiro, minha vontade vem de além. Não preciso provar pra ninguém nada, nem pra mim mesmo.
Jogo pra justificar tudo que já fiz. Todas as pessoas que machuquei, todas as vezes que faltei, todo compromisso que eu desbanquei, toda menina que eu fiz chorar, todo dia que eu arruinei, tudo de errado que eu já fiz, é por isso que eu jogo.

Eu jogo, domingo, por você. Pela coisa mais preciosa que eu nunca tive, e que por isso me impulsiona a demonstrar, por pura vaidade ou sei lá, minha capacidade, que assim o faz. Eu jogo porque mesmo de dia estrelas brilham.

Eu jogo porque eu devo jogar. Guerreiros lutam, mecânicos consertam, músicos tocam, motoristas dirigem... Flores semeiam e estrelas brilham. Como guerreiro, eu só posso lutar.

                                                                                                                                                Bom, só posso pedir que me deseje sorte. E que brilhe.